A escleroterapia é uma injeção de pequena quantidade de substâncias irritantes em microvarizes ou telangiectasias. Para isso, utiliza-se uma agulha fina. A solução injetada provoca uma irritação na veia e esta se contrai, fecha e esclerosa, daí o nome escleroterapia.

Após o procedimento, o sangue não pode mais penetrar na veia tratada, o que evita a formação de novas telangiectasias no mesmo local. Pode haver necessidade de reaplicação de uma a três novas injeções para o desaparecimento total das lesões. A maioria desaparece 3 a 8 semanas de tratamento.

Há pouca ocorrência de efeitos colaterais. Alguns pacientes se queixam de sensação de queimação no local logo após a injeção, o que desaparece em algumas horas. Mais raramente, podem ocorrer pequenas bolhas no local com cicatrização rápida e espontânea; pequenas áreas escurecidas na pele, que desaparecem com o tempo ou após tratamento especial com agentes clareadores; hematomas, que surgem quando as veias são muito frágeis e desaparecem espontaneamente; edema (inchaço), tratado com a elevação das pernas e/ou compressas quentes locais.

Na maioria das vezes, o resultado é satisfatório. É importante lembrar da necessidade de se fazer sessões repetidas em intervalos variáveis de acordo com cada paciente.

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